Livros-vivos nas mãos de crianças brincantes: muitas histórias para contar

Eliane Santana Dias Debus, Fernanda Gonçalves

Resumo


Este artigo centra-se no “Livro-vivo”, aquele que por sua estrutura física se manifesta materialmente como vivo, ou seja, com espessura e textura do papel de maior resistência e durabilidade (cartonado), dobras movediças, imagens em alto relevo, entre outras artimanhas vinculadas a feitura do objeto, o que editorialmente no Brasil tem recebido o nome de livro brinquedo. Assim, busca-se evidenciar a composição do livro brinquedo e sua importância na formação do leitor, analisando o aspecto lúdico desse tipo de material e sua contribuição para a práxis educativa. Para isso, apresentamos a análise dos títulos Kokeshi, equipe Salamandra e Era uma vez..., de Benjamim Lacombe.


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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i2.507

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