Entremeios etários: Os “novos” sujeitos da Educação de Jovens e Adultos

Hiran Pinel, João Luiz Simplício Porto, Adriana Rosely Magro

Resumo


O objetivo desse artigo é do de produzir algumas tensões, inquietações e resistências possíveis que contribuam com a leitura do mundo da Educação de Jovens e Adultos, como objetivo. Idas e vindas ao “porão”, circulação pelos “cômodos” e potencialização das ideias num “sótão” que, certamente, carece urgentemente das mesmas. Para alcançar essa proposta, os autores ensaiam trilhar caminhos inspirados na fenomenologia descritiva, imbricada com a educação. Politicamente no Brasil, como nação, não foram garantidos, a contento, o direito e o acesso à Educação, como previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (1990), e a Educação de Jovens e Adultos tem sido o destino de crianças, adolescentes e jovens como forma precária de dar respostas a essas ausências.


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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v38i1.756

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