Inquietações da formação permanente: gestão escolar e os profissionais da educação infantil

Resumo

O estudo refere-se à formação permanente dos atores sociais das escolas de educação infantil. A partir de observações cotidianas, surge uma inquietação: por que a formação permanente dos professores e auxiliares de ensino ocorre em contextos distintos considerando que a prática pedagógica ocorre de maneira conjunta? Assim, buscou-se analisar como a formação permanente oferecida a professores e auxiliares de ensino em uma escola de educação infantil do Vale do Caí – RS é percebida por eles, em especial a gestão desse ambiente escolar. O estudo se caracteriza como estudo de caso, para o qual foram realizadas entrevistas semiestruturadas. Os resultados apontam que os profissionais percebem a necessidade de uma formação conjunta dos profissionais envolvidos no cotidiano da educação infantil.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Metrics

Carregando Métricas ...

Referências

AZEVEDO, H. H. O. Educação infantil e formação de professores: para além da separação cuidar-educar. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Trad. Luís A. Reto e Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2016.

BOGDAN, R. C.; BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação. Trad. Maria João Alvarez, Sara B. Santos e Telmo M. Baptista. Porto: Porto Editora, 1994.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP nº 14/2020. MEC, Brasília, DF. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/conselho-nacional-de-educacao/atos-normativos--sumulas-pareceres-e-resolucoes/33371-cne-conselho-nacional-de-educacao/85201-parecer-cp-2020>. Acesso em: 20 ago. 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional comum curricular. Brasília, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 26 jul. 2020.

BRASIL. Por uma política de formação do profissional de educação infantil. Brasília: MEC, 1994a.

BRASIL. Educação infantil: situação atual. Brasília: MEC, 1994b.

CAMPOS, M. M.; FÜLLGRAF, J.; WIGGERS, V. A qualidade da educação infantil brasileira: alguns resultados de pesquisa. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v.36, n.127, p.87-128, 2006.

FELIZ. Documento orientador municipal de Feliz. Secretaria de Educação e Cultura: Feliz, 2019.

GATTI, B. A. Análise das políticas públicas para formação continuada no Brasil, na última década. Revista Brasileira de Educação, v.13, n.37, p.57-70, jan./abr. 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-24782008000100006&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 26 ago. 2020.

GATTI, B. A.; BARRETO, E. S. S. Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília, DF: Unesco, 2009.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. Trad. Silvana C. Leite. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

IMBERNÓN, F. Formação permanente do professorado: novas tendências. Trad. Sandra T. Valenzuela. São Paulo: Cortez, 2009.

KRAMER, S. As crianças de 0 a 6 anos nas políticas educacionais no Brasil: educação infantil e/é fundamental. Educ. Soc., Campinas, v.27, n.96 - especial, p.797-818, out. 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/es/v27n96/a09v2796. Acesso em: 27 jul. 2020.

LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed. São Paulo: Heccus, 2018.

LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2006.

LÜCK, H. et al. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

MOREIRA, C. E. Formação continuada de professores: entre o improviso e a profissionalização. Florianópolis: Insular, 2002.

NUNES, M. F.; CORSINO, P.; KRAMER, S. (coord.). Relatório de pesquisa educação infantil e formação de profissionais no estado do Rio de Janeiro (1999-2009). Rio de Janeiro: Traço e Cultura, 2011.

OLIVEIRA, Z. Educação Infantil: fundamentos e métodos. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

PENA, A. C. Formação de professores de educação infantil: memória, narrativa e inteireza. Educação & Formação, Fortaleza, v.2, n.4, p.72-86, jan./abr. 2017. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7781278. Acesso em: 26 jul. 2020.

RIO GRANDE DO SUL. Referencial curricular gaúcho: educação infantil, v.1. Secretaria de Estado da Educação: Porto Alegre, 2018. Disponível em: http://portal.educacao.rs.gov.br/Portals/1/Files/1532.pdf. Acesso em: 27 jul. 2020.

SCHEFER, M. C.; SANTOS, K.; DAMÁSIO, W. Formação continuada não formal online: regiões de aprendiz@agens. ANPED SUL - SEMINÁRIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO DA REGIÃO SUL, 9., 2012, Caxias do Sul. Anais [...]. UCS, Caxias do Sul. p.2-15. Disponível em: http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/1376/45. Acesso em: 27 jul. 2020.

ZAGO, N. A entrevista e seu processo de construção: reflexões com base na experiência prática de pesquisa. In: ZAGO, N.; CARVALHO, M. P.; VILELA, R. (orgs.). Itinerários de pesquisa. Rio de Janeiro: DP&A, 2003, p.287-309.

Publicado
2021-11-22
Como Citar
Fritsch, C. E., & Camargo, E. C. (2021). Inquietações da formação permanente: gestão escolar e os profissionais da educação infantil. Horizontes, 39(1), e021061. https://doi.org/10.24933/horizontes.v39i1.1155