Avaliação em larga escala, currículo e diversidade cultural

Downloads

Não há dados estatísticos.

Metrics

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Marinete da Frota Figueredo, Rede Municipal de Ensino de Guanambi/BA

Mestra em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB/PPGED); Professora de Educação Física da Rede Municipal de Ensino de Guanambi/BA; Membro do Grupo de Estudos Educação e Relações Étnico-Raciais: saberes e práticas afro-brasileiras e quilombolas do Território de Identidade do Sertão Produtivo, vinculado à linha currículo, diversidade e formação docente do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire (NEPE) da Universidade do Estado da Bahia – UNEB/Campus XII.

Dinalva de Jesus Santana Macêdo , Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Doutora em Educação e Contemporaneidade. Professora Adjunta da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia  (PPGED-UESB). Coordenadora do Grupo de Estudos Educação e Relações Étnico-Raciais: saberes e práticas afro-brasileiras e quilombolas do Território de Identidade do Sertão Produtivo, vinculado à linha Currículo, diversidade e formação docente do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire (NEPE) da Universidade do Estado da Bahia – UNEB/Campus XII. 

Sônia Maria Alves de Oliveira Reis , Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Doutora em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Professora Adjunta da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd/UESB); Líder do Núcleo de Estudos Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire (NEPE) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). 

Referências

BONAMINO, A.; SOUSA, S. Z.; Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.38, n.2, p.373-388, abr./jun.2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-97022012005000006. Acesso em: 11 nov. 2020.

CANDAU, V. M. F. Cotidiano escolar e práticas interculturais. Cadernos de Pesquisa. v.46, n.16. p.802-820, jul./set. 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/198053143455. Acesso em: 13 nov. 2020.

CÁRIA, N. P.; OLIVEIRA, S. M. S. S. Avaliação em larga escala e a gestão da qualidade da educação. Revista de Ciências Humanas – Educação, v.16, n.26. p.22-40, jul. 2015. Disponível em: http://revistas.fw.uri.br/index.php/revistadech/article/viewFile/1477/1853 Acesso em: 03 dez. 2020.

CERDEIRA, D. G. S.; ALMEIDA, A. B.; COSTA, M. Indicadores e avaliação educacional: percepções e reações a políticas de responsabilização. Est. Aval. Educ., São Paulo, v.25, n.57, p.198-225, jan./abr. 2014. DOI: https://doi.org/10.18222/eae255720142845. Acesso em: 08 jul. 2020.

DOURADO, F. L.; SIQUEIRA, R. M. A arte do disfarce: BNCC como gestão e regulação do currículo. RBPAE, v.35, n.2, p.291-306, mai./ago. 2019. DOI: https://doi.org/10.21573/vol35n22019.95407. Acesso em: 12 jan. 2021.

FREITAS, L. C. Os reformadores empresariais da educação: da desmoralização do magistério à destruição do sistema público de educação. Educação e Sociedade, Campinas, v.33, n.119, p.379-404, abr./jun.2012. Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em: 12 mar. 2021.

FREITAS, L. C. Responsabilização, meritocracia e privatização: como conseguiremos escapar ao neotecnicismo? In: PINO, I. R.; ZAN, D. D. P. (orgs.). Plano nacional da educação (PNE): questões desafiadoras e embates emblemáticos. Brasília: Inep, 2013, p.47-84.

FREITAS, L. C. Os reformadores empresariais da educação e a disputa pelo controle do processo pedagógico na escola. Educ. Soc., Campinas, v.35, n. 129, p.1085 - 1114, out./dez., 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/ES0101-73302014143817. Acesso em: 03 fev. 2020.

GOMES, N. L. Diversidade e currículo. In: BEAUCHAMP, J.; PAGEL, S. D.; NASCIMENTO, A. R. Indagações sobre currículo: diversidade e currículo. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica, 2007, p.17-47.

GOMES, N. L. A questão racial e o novo coronavírus no Brasil. In: HEUSER, C.; HABERMANN, W. (org.). Trabalho e justiça social, São Paulo: Friedrich Ebert Stiftung (FES), p. 2-7, 2020.

HOFFMAN, J. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.

HYPOLITO, A. M. Políticas curriculares, estado e regulação. Educ. Soc., Campinas, v.31, n.113, p.1337-1354, out./dez. 2010. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-73302010000400015. Acesso em: 05 mar. 2021.

IVO, A. A.; HYPOLITO, A. M. Sistemas de avaliação em larga escala e repercussões em diferentes contextos escolares: limites da padronização gerencialista. RBPAE, v.33, n.3, p.791-809, set./dez. 2017. DOI: https://doi.org/10.21573/vol33n32017.79308. Acesso em: 18 nov. 2020.

LOUZADA, V.; MARQUES, R. Políticas de regulação para a educação no Brasil: interfaces entre currículo, avaliação e formação docente. Revista e-Curriculum, São Paulo, v.13, n. 4, p.711-732, out./dez. 2015. Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum. Acesso em: 10 fev. 2021.

MACEDO, E. As demandas conservadoras do movimento escola sem partido e a base nacional curricular comum. Revista Educ. Soc., Campinas, v.38, n.139, p.507-524, abr./jun. 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/ES0101-73302017177445 Acesso em: 05 mar. 2021.

MACEDO, E. “A base é a base”: e o currículo o que é? In: AGUIAR, M. A. S.; DOURADO, L. F. (orgs.). A BNCC na contramão do PNE 2014-2024: avaliação e perspectivas. [livro eletrônico]. Recife: ANPAE, 2018, p.28-33.

NEIRA, M. G.; NUNES, M. L. F. Educação, currículo e cultura. São Paulo: Phorte, 2009.

OLIVEIRA, I. B. Políticas curriculares no contexto do golpe de 2016: debates atuais, embates e resistências. In: AGUIAR, M. A.; DOURADO, L. F. (orgs.). A BNCC na contramão do PNE 2014-2024: avaliação e perspectivas. [livro eletrônico]. Recife: ANPAE, 2018, p.55-59.

SAUL, A. M. Na contramão da lógica do controle em contextos de avaliação: por uma educação democrática e emancipatória. Educ. Pesqui., v.41, n. especial, p.1299-1311, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-9702201508143035. Acesso em: 15 dez. 2020.

SANTOS, L. L. C. P.; PEREIRA, J. E. D. Tentativas de padronização do currículo e da formação de professores no Brasil. Cad. Cedes, Campinas, v.36, n.100, p.281-300, set./dez., 2016. DOI: https://doi.org/10.1590/CC0101-32622016171703. Acesso em: 14 dez. 2020.

SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte, Autêntica, 2011.

SOUSA, S. Z.; ARCAS, P. H. Implicações da avaliação em larga escala no currículo: revelações de escolas estaduais de São Paulo. Educação: Teoria e Prática, v.20, n.35, p.181-199, jul./dez. 2010. Disponível em: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/educacao/article/view/4091. Acesso em: 04 jan. 2021.

VOSS, D. M. S. Trabalho e saúde docente no jogo biopolítico das reformas educacionais. Revista Educação e Cultura Contemporânea, PPGE/UNESA, Rio de Janeiro v.18, n.52, p.358-377, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.5935/2238-1279.20210017. Acesso em: 02 abr.2021.

ZANOTTO, M; SANDRI, S. Avaliação em larga escala e BNCC: estratégias para o gerencialismo na educação. Revista Temas & Matizes, Cascavel, v.12, n.23, p.127-143, jul./dez. 2018. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temasematizes/article/view/21409. Acesso em: 08 dez. 2020.

Publicado
2021-11-22
Como Citar
da Frota Figueredo, M., de Jesus Santana Macêdo , D. ., & Alves de Oliveira Reis , S. M. . (2021). Avaliação em larga escala, currículo e diversidade cultural. Horizontes, 39(1), e021063. https://doi.org/10.24933/horizontes.v39i1.1201