Programas de geometria no ensino primário paulista: do império à primeira república

Autores

  • Maria Célia Leme da Silva UNIFESP – Campus Diadema
  • Wagner Rodrigues Valente UNIFESP – Campus Guarulhos

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v31i1.20

Resumo

O presente artigo intenta contribuir para o preenchimento de uma lacuna presente na história da educação matemática: investigar o ensino de geometria no curso primário do final do século XIX ao início do século XX.
Caminhando pelas normas legislativas da educação, focadas no Estado de São Paulo, a pesquisa analisa os programas propostos para a matéria de geometria, assim como as discussões acerca da metodologia de ensino
desse saber. Pode-se dizer que a Reforma da Instrução Pública de 1892 consolida a entrada da geometria como matéria a compor o programa com a denominação de Geometria prática. Seu significado relaciona os conceitos geométricos com objetos da vida prática e inclui nessa praticidade as construções geométricas com régua e compasso. Com o referencial do pesquisador André Chervel os resultados constituem subsídios para a investigação acerca da finalidade teórica de uma “geometria prática” em confronto com as finalidades reais da disciplina Geometria.

Palavras-chave: Ensino de geometria; Ensino primário; História da educação matemática.
 

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Publicado

2013-06-30

Como Citar

Silva, M. C. L. da, & Valente, W. R. (2013). Programas de geometria no ensino primário paulista: do império à primeira república. Horizontes, 31(1). https://doi.org/10.24933/horizontes.v31i1.20