Tendências orientadoras da fonoaudiologia educacional
por uma moda, além de ética, estética
DOI:
https://doi.org/10.24933/horizontes.v43i1.2076Downloads
Referências
ALVES, L. M.; ANDRADE, G. Z.; CELESTE, L. C. Panorama da fonoaudiologia educacional no Brasil. In: CAPELLINI, S. A.; GERMANO, G. D.; ZORZI, J. L.; QUEIROGA, B. A. M. (orgs.). Tratado de Fonoaudiologia Educacional. Belo Horizonte: Artesã, 2022, p. 313-324.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Anna Blume/Hucite, 2002.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
BARROS, Manoel. Livro sobre nada. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2016.
BARTHES, R. Aula. Aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária do Colégio de França, pronunciada dia 7 de janeiro de 1977. São Paulo: Cultrix, 1978.
BERBERIAN, A.P. Fonoaudiologia e Educação: um encontro histórico. São Paulo: Plexus, 1995.
BERBERIAN, A.P., BORTOLOZZI, K.B. Fonoaudiologia Educacional: interfaces em torno da linguagem e dos processos de escolarização. In: FEITOSA, A. L. F.; DEPOLLI, G. T.; CAPELLINI, S. A. Mapas conceituais em fonoaudiologia: fonoaudiologia educacional, Ribeirão Preto/SP: Booktoy, 2023, p. 187-201.
BERBERIAN, A. P.; GUARINELLO, A. C.; FERLA, J. B. S. Promoção de letramento no ensino superior: uma proposta de intervenção focada na escuta, no diálogo e em processo de ressignificação. In: CAPELLINI, S. A.; GERMANO, G. D.; ZORZI, J. L.; QUEIROGA, B. A. M. (orgs.). Tratado de Fonoaudiologia Educacional. Belo Horizonte: Artesã, 2022, p. 205-218.
BRAGA, J. História da moda. 6. ed. São Paulo: Anhembi Morumbi, 2007.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 29 mar. 2025.
BRASIL. Lei Nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 29 mar. 2025.
BRASIL. Lei Nº 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 29 mar. 2025.
CAPPELLETTI, I.F. O lugar onde o fonoaudiólogo habita. In: FERREIRA, L. P. (org.) O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991, p. 9-20.
CARNEVALE, L.B.; MÄRTZ, M.L.W. Interdisciplinaridade e Fonoaudiologia no âmbito educacional. In: MARCHESAN, I. Q.; SILVA, H. J.; Tomé M. C. (Orgs.). Tratado de Especialidades em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, p. 441-448.
CAVALHEIRO, M. T. P. Reflexões sobre a relação entre a fonoaudiologia e a educação. In: GIROTO, C. M.. (org). Perspectivas atuais da Fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus, 1999, p.12-22.
CIDREIRA, R. P. A moda dos anos 60/70 – comportamento, aparência e estilo. Recôncavos, v.2, n.1, p. 35-44, 2008. Disponível em: https://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/reconcavos/
article/view/1083. Acesso em: 29 mar. 2025.
FERREIRA, L. P. Apresentação. In: FERREIRA, L. P. (Org.) O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus Editorial, 1991, p. 7-8.
FIGUEIREDO NETO, L. E. Consciência histórica e identidade profissional. Distúrbios da Comunicação, v. 7, n. 1, p. 71-78, 1994.
FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
GERTEL, M. C. R.; TENOR, A. C. Fonoaudiologia educacional: reflexões acerca da medicalização da educação. Distúrbios da Comunicação, [S. l.], v. 30, n. 4, p. 655–666, 2018. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/36349. Acesso em: 5 set. 2025.
GIROTO, C. R. M. A interface entre fonoaudiologia e educação inclusiva: implicações na formação e profissionalização do fonoaudiólogo. In: QUEIROGA, B. A. M.; ZORZI, J. L.; GARCIA, V. (Org.). Fonoaudiologia Educacional: reflexões e relatos de experiência. Brasília: Kiron, 2015, v. 1, p. 4-216.
GIROTO, C. R. M. O professor na atuação fonoaudiológica em escola: participante ou mero espectador? In: GIROTO, C. M. (org). Perspectivas atuais da Fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus, 1999, p. 24-41.
GUARIDO, R.; VOLTOLINI, R. O que não tem remédio, remediado está? Educação em revista, v.25, n.1, p.239-63, 2009. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-46982009000100014. Acesso em: 05 de set. 2025.
LACERDA, C. B. F.; CAVALHEIRO, M. T. P.; MOLINA, M. C. Repensando a fonoaudiologia educacional através da prática em instituições educacionais de Campinas. In: FERREIRA, L. P. (org.). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991, p. 91-100.
LEE, Rita. Agora é moda. In: Lee, Rita; Lee Marcucci. Babilônia. Rio de Janeiro: Som Livre, 1978. 1 disco de vinil, lado A, faixa 3 (4:21 min).
LEVY, I. P. Uma prática que (como as outras) se legitima pelo exercício da aplicação e da continuidade. In: FERREIRA, L. P. (Org.) O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991, p. 103-118.
LISPECTOR, C. Correio feminino. Organização de Maria Aparecida Nunes. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.
MAILLARD, C. La razón estética. Barcelona: Ed. Laertes, 1998.
MARTINS, M. S.; OLIVEIRA, J. P.; CARNEVALE, L. B. O projeto político-pedagógico enquanto instrumento de inclusão e sua relação com a fonoaudiologia escolar. In: ZABOROSKI, A. P.; OLIVEIRA, J. P. (Orgs.) Atuação fonoaudiológica na escola: reflexões e práticas. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013, p. 43-70.
MASINI, M. L. H. Fonoaudiologia e educação: linguagem como ferramenta potente para a aprendizagem. In FERREIRA, L. P.; SILVA, M. A. A.; MENDES, B. C. A (Orgs.). A fonoaudiologia da PUC-SP: relatos de nossa história. São Paulo: Sintropia Traduções, 2023, p. 256-263.
MASINI, M. L. H. Uma nova criança exige uma nova escola. In: COLLARES, C. A. L.; MOYSÉS, M. A. A.; RIBEIRO, M. F. (Orgs.). Novas capturas, antigos diagnósticos na era dos transtornos. São Paulo: Mercado de Letras, 2013. p. 181-190.
MASINI, M. L. H.; SANTOS, J. G. R. Fonoaudiologia na escola: a abordagem dialógica como estratégia desmedicalizante. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 15, n. esp. 5, p. 3020-3037, dez. 2020. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/14572. Acesso em: 09 mar de 2025.
MASSI, G. A dislexia em questão. São Paulo: Plexus, 2007.
MASUYAMA, P. M. K.; RINALDI, R. P. Educação e Fonoaudiologia: práticas colaborativas de ensino. Curitiba: Appris editora, 2020.
MORATO, E. M. Vigotski e a perspectiva enunciativa da relação entre linguagem, cognição e mundo social. Educação & Sociedade, v.21, n.71, p. 149-165, 2000.
MOYSES, M. A. A.; COLLARES, C. A. L. A história não contada dos distúrbios de aprendizagem. Cadernos CEDES, Campinas: Papirus, 1992; v. 28, p. 31-48.
OLIVEIRA, D. P. C.; OLIVEIRA, E. C. Práticas fonoaudiológicas com a linguagem no contexto educacional. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 18, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.21723/riaee.v18iesp.1.18478. Acesso em: 05 set. 2025.
PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: T.A. Queiroz, 1990.
PEREIRA, M. V. Contribuições para entender a experiência estética. Revista lusófona de educação, v.18, n.18, p.111-123, 2012. Disponível em: https://revistas.ulusofona.pt/index.php/
rleducacao/article/view/2566. Acesso em: 05 de set. de 2025.
ROCHA, R. Apresentação à edição brasileira In: RODARI, G. Gramática da fantasia. São Paulo: Summus, 1982, p. 7-8.
SCAVAZZA, B. L. Um dia da caça, outro… In: FERREIRA, L. P. (org.) O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991, p. 119-130.
SIGNOR, R.; SANTANA, A. P. TDAH e medicalização – implicações neurolinguísticas e educacionais do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. São Paulo: Plexus, 2016.
SKLIAR, C. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Tradução de Giane Lessa. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
SOARES, M. Linguagem e escola – uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1986.
TRENCHE, M. C. B., GIROTO, C. R. M. A história da Fonoaudiologia Educacional no Brasil. In: CAPELLINI, S. A.; GERMANO, G. D.; ZORZI, J. L., QUEIROGA, B. A. M. (orgs.). Tratado de Fonoaudiologia Educacional. Belo Horizonte: Artesã, 2022, p. 19-29.
UNESCO. Declaração de Salamanca sobre princípios, política e práticas na área das necessidades educativas especiais – 1994. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000139394. Acesso em: 05 set. 2025.
VIGOTSKI, L. S. História do desenvolvimento das funções psicológicas superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2021.
VIGOTSKI, L. S. Quarta aula: a questão do meio na pedologia. Psicologia USP, São Paulo, v. 21, n. 4, p. 681-701, 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-65642010000400003. Acesso em: 05 set. 2018.
VIGOTSKI, L. S. El problema de la edad. In: VYGOTSKI, L. S. Obras escogidas IV - Psicologia infantil. Madrid: Visor, 1995, p. 251-273.
ZANELLA, A. V. et al. Relações estéticas, atividade criadora e constituição do sujeito: algumas reflexões sobre a formação de professores(as). Cadernos de Psicopedagogia, v. 6, n. 10, 2006, p. 1-17.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Cinthia Lucia de Oliveira Siqueira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal, desde que através do link da Horizontes) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
d) O manuscrito para submissão deve ser acompanhado por uma carta escaneada assinada por todos os autores, informando que o trabalho não foi enviado para nenhum outro periódico e que acatam as normas contidas nas Diretrizes da Horizontes.
