Os desafios para a implementação da Lei 10.639/03: uma análise a partir de outros olhares epistêmicos

Fernando Santos de Jesus

Resumo


Este artigo disserta sobre a necessidade de implementação da Lei 10.639/03 nas universidades brasileiras, a partir da discussão acerca das possibilidades de encaminhar formações mais direcionadas para o lido com as diferenças inscritas nessa sociedade, uma vez que os profissionais que saem da universidade lidarão com pessoas em suas respectivas profissões. A análise é feita sob a luz de teorias filosóficas e sociológicas, que dissertam sobre o fenômeno do racismo no Brasil. Desse modo, são utilizados autores como Carlos Moore e Kabengele Munanga para encaminhar a discussão. O percurso analítico parte do pressuposto de que os cursos de licenciaturas e bacharelados das universidades brasileiras não preparam suficientemente bem os profissionais para as relações étnico-raciais no mercado de trabalho - desde as escolas, universidades, ou prestações de serviços e indústrias, acarretando  perpetuação de estereótipos e preconceito racial. A importância dessa discussão diz respeito ao imaginário social brasileiro e suas imagens pejorativas em relação aos negros, pois as relações interpessoais em ambientes de trabalho e escolares podem ser transformadas a partir de conhecimentos específicos nas formações de profissionais que dialoguem melhor nos ambientes profissionais e educacionais. Palavras-Chave: Negros; Lei 10.639/03; Preconceito Racial; Estereótipos. 


Palavras-chave


Negros; Lei 10.639/03; Preconceito Racial; Estereótipos.

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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v35i2.321

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