“O combinado” entre professores: marcas da (des)vitalidade do coletivo

Autores

  • Kátia Diolina Universidade São Francisco
  • Luzia Bueno Universidade São Francisco

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v35i3.516

Resumo

Este artigo, recorte dos resultados e discussões de uma tese de doutorado (DIOLINA, 2016), visa a problematizar o papel do coletivo na produção de soluções em razão dos desafios diários vividos pelos professores, conforme revelado em discussão em grupo com professores da rede pública do estado de São Paulo. Trata-se da análise de textos (orais, posteriormente transcritos) produzidos pelos professores e de um estudo engajado nos referenciais teórico-metodológicos do Interacionismo Sociodiscursivo (BRONCKART, 2006; MACHADO; BRONCKART, 2009; MACHADO et al., 2007), nos da Ergonomia Francesa (AMIGUES, 2004; CAROLY, 2010) e nos da Clínica da Atividade (CLOT, 2006; 2010; KOSTULSKI et al., 2011). O estudo permitiu reafirmar e melhor compreender como o papel do coletivo é significativo e fundamental para o bem-estar da atividade de trabalho, bem como levantar aspectos que podem desvitalizá-lo (DIOLINA, 2016). 

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Biografia do Autor

Kátia Diolina, Universidade São Francisco

É pós-doutoranda (bolsista PNPD-CAPES) na Universidade São Francisco. Doutora e mestre (bolsista CNPq) pelo Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pesquisadora contemplada com bolsa do Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE-CAPES) no grupo da Clínica da Atividade, no Conservatorie National des Arts et Métier (CNAM) Paris - Período de estudos: outubro/2014 a julho/2015. Desenvolve pesquisas relativas ao processo de ensino e aprendizagem dos gêneros do discurso/textuais no âmbito do Ensino Superior como mais um recurso em prol do letramento acadêmico (KLEIMAN, 1995;2005; 2009; 2016; LEA & STREET, 2014; STREET, 2010, 2014). Defende o papel central e decisivo da linguagem na formação e no desenvolvimento do homem, conforme o Interacionismo Sociodiscursivo (BRONCKART, 1999;2006; MACHADO & BRONCKART, 2009), dado o seu caráter social, histórico e dialógico (Bakhtin, 2000). Preocupa-se com a formação inicial e continuada no desenvolvimento e na transformação da atividade do professor segundo estudos da Clínica da Atividade (CLOT, 2006;2010; KOLTULSKI, 2011) e da ergonomia francófona (ERGAPE, 2004;2007). É membro do corpo editorial da revista l@ael(em)discurso e parecerista da revista Veredas.

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Publicado

2017-12-29

Como Citar

Diolina, K., & Bueno, L. (2017). “O combinado” entre professores: marcas da (des)vitalidade do coletivo. Horizontes, 35(3), 71–82. https://doi.org/10.24933/horizontes.v35i3.516