A escola indígena como arma(dilha): reflexões a partir de uma pesquisa etnográfica entre os Guarani Mbya da capital paulista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.565

Resumo

Este artigo apresenta algumas reflexões em torno do termo “escola indígena”. A investigação esforçou-se em identificar os aspectos considerados inovadores em uma experiência de escolarização de um coletivo indígena guarani. Procurar-se-á problematizar os modelos explicativos derivados das teorias consagradas ao contato interétnico, a partir de uma pesquisa etnográfica realizada entre os Guarani Mbya da capital paulista. Partindo de um campo de pesquisas que considera a escolarização de pessoas indígenas uma fronteira étnica, sugere-se aqui que a escola indígena é uma arma(dilha), um espaço de conflitos e redefinições, não necessariamente associada à construção identitária ou étnica.

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Biografia do Autor

Douglas Ladislau dos Santos, Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

Sociólogo. Mestre em Educação. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, sob a orientação do Prof. Dr. Elie Ghanem. Pesquisador do Centro Universitário de Investigações em Inovação, Reforma e Mudança Educacional (Ceunir).

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Publicado

2018-12-07

Como Citar

dos Santos, D. L. (2018). A escola indígena como arma(dilha): reflexões a partir de uma pesquisa etnográfica entre os Guarani Mbya da capital paulista. Horizontes, 36(3), 157–167. https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.565