“Para quem vai trabalhar na feira... essa educação está boa demais”: a política educacional na sustentação da divisão de classes

Selma Borghi Venco, Reginaldo Fernando Carneiro

Resumo


O artigo tem como escopo debater a política educacional brasileira contextualizada em sua história recente e, focalizando, mais especificamente as formas de padronização da educação, particularmente a Base Nacional Curricular Comum (BNCC). A hipótese que orientou o estudo, de caráter documental, centra-se na perspectiva que o projeto neoliberal persegue as demandas internacionais voltadas à lógica da mensuração de resultados e padronização mundial da educação, sendo a BNCC ferramenta fulcral nessa edificação. Constata-se que nessa perspectiva o Brasil opta, seguindo sua tradição, por uma educação submissa aos países centrais e permanece se inscrevendo subalternamente na divisão internacional do trabalho.


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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i1.660

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