Quem ensina braille para alunos cegos? – A formação de professores em questão

Autores

  • Rosana Davanzo Batista Universidade Metodista de Piracicaba
  • Mateus Henrique do Amaral Mestrando do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Metodista de Piracicaba
  • Maria Inês Bacellar Monteiro Universidade Metodista de Piracicaba

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i2.676

Resumo

Esse texto objetiva analisar as implicações das prescrições oficiais e currículos de formação de professores na (não) aprendizagem de braille por alunos cegos nas escolas regulares. Para isso, discute a legislação vigente e práticas relativas à formação inicial, especializações e cursos de curta duração. Conclui que a escassez de cursos formativos de professores de Educação Especial e a ausência de conteúdos sobre a educação de alunos com deficiência nos cursos de licenciatura indicam a falta de espaços que garantam o conhecimento do que é geral e particular para o ensino dos alunos cegos na educação escolar.

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Biografia do Autor

Rosana Davanzo Batista, Universidade Metodista de Piracicaba

Doutora em Educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Metodista de Piracicaba

Maria Inês Bacellar Monteiro, Universidade Metodista de Piracicaba

Docente do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Metodista de Piracicaba

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Publicado

2018-12-07

Como Citar

Batista, R. D., Amaral, M. H. do, & Monteiro, M. I. B. (2018). Quem ensina braille para alunos cegos? – A formação de professores em questão. Horizontes, 36(3), 36–49. https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i2.676