Experiência com graffitis: modos de resistência e educação informal

Paulo Roberto Faber Tavares Junior, Alberto d'Avila Coelho

Resumo


Este artigo trata de experiências com graffitis tendo a rua como “sala” de aula. Pergunta-se: como os graffitis favorecem outros modos de aprender, problematizando a estrutura escolar formalizada? O referencial teórico se apoia em conceitos como resistência, aprender e vontade de potência. Com o método de pesquisa cartográfico tem-se uma abordagem que busca escapar a explicações determinantes, possibilitando perceber os graffitis em sua condição estética e política, favorecendo um tipo de aprender conectado com as forças que movimentam a vida cotidiana. Com ou sem autorização os graffitis ocupam as ruas, são modos de estar no mundo que buscam resistir a assujeitamentos.


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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v38i1.697

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