Representação simbólica por crianças surdas na Educação Infantil

Autores

  • Beatriz Aparecida dos Reis Turetta UFSCar
  • Cristina Broglia Feitosa de Lacerda Universidade de São Carlos

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.718

Resumo

O interesse deste trabalho vincula-se ao atendimento educacional bilíngue oferecido a crianças surdas na Educação Infantil. Ancorados nos pressupostos da abordagem histórico-cultural entendemos que a aquisição da linguagem escrita se inicia bem antes do início do traçado das primeiras letras. Nesse sentido, realizamos uma pesquisa com o objetivo de encontrar os indícios do processo de desenvolvimento da linguagem escrita de crianças surdas que frequentam um Programa Inclusivo Bilíngue. A pesquisa foi realizada em uma sala multisseriada que atende crianças surdas na Educação Infantil com língua de instrução Libras. Para o presente relato são trazidos dados relativos a duas crianças que frequentavam a sala bilíngue durante o desenvolvimento do projeto “baú de histórias”. Os dados evidenciam que os resultados alcançados nas representações simbólicas só foram possíveis devido a centralidade que a Libras ocupa na educação dessas crianças. A Libras tem proporcionado aumento significativo no repertório linguístico das crianças e consequentemente ampliado as possibilidades de significação e de desenvolvimento de modo geral.

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Biografia do Autor

Beatriz Aparecida dos Reis Turetta, UFSCar

Doutora em Educação

Cristina Broglia Feitosa de Lacerda, Universidade de São Carlos

Graduação em Fonoaudiologia pela Universidade de São Paulo (1984), Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1996). Atualmente é professor Associado I da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no Curso de Licenciatura em Educação Especial e no Programa de Pós-Graduação em Educação Especial- PPGEEs. 

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Publicado

2018-12-07

Como Citar

Turetta, B. A. dos R., & Lacerda, C. B. F. de. (2018). Representação simbólica por crianças surdas na Educação Infantil. Horizontes, 36(3), 24–35. https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.718