Por que educação sem escola?

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DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.740

Resumo

Este artigo realiza uma revisão bibliográfica consultando autores e críticos dos processos de escolarização e polarização da educação das massas pelo Estado, tais como: Illich, Proudhon, Reimer e Godwin. Apresenta uma reflexão sobre possíveis efeitos sociais da desescolarização da educação e problematiza o tratamento dado à educação e ao ensino escolar potencializando as possibilidades de pensar educação para além da escolarização. Do estudo resulta que o termo educação, muitas vezes, é confundido com a escola, comprometendo a compreensão do que seja sua finalidade. Nota-se que a escola, enquanto instituição normalizadora, não pode ser entendida como única forma de educação devido à própria condição humana de estar em constante aprendizagem-interação com o meio e com os demais.

 

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Biografia do Autor

Tascieli Feltrin, UFSM

Doutoranda em Educação (UFSM). Mestra em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Especialista em Gestão Escolar pela UFSM/UAB (2013), Graduada em Letras licenciatura plena em Língua Portuguesa, Língua Espanhola e respectivas Literaturas pela Faculdade Metodista de Santa Maria (FAMES/2011),e Tutora do Curso de Formação de professores para a Educação Profissional pela UAB. Atuou como Bolsista no projeto Biblioteca Comunitária: Embarque na Onda da Leitura (FAMES), e como educadora no projeto de Extensão Práxis Pré-Vestibular Popular da UFSM (2014). Atualmente atua como educadora de língua portuguesa na Rede Municipal de Santa Maria, e desenvolve atividades de incentivo à leitura e escrita criativa através da oficina de criação literária Imagina Mundos. Possui experiência nas seguintes áreas de estudo: Educação Popular, Culturas Periféricas, Educação de Jovens e Adultos, História da Educação, Educação Libertária, Literatura Popular e Multiletramentos e experiências educacionais não-escolares.

Fernanda Monteiro Rigue, ufsm

Possui graduação em Licenciatura em Química pelo Instituto Federal Farroupilha - Campus São Vicente do Sul (2015) e Mestrado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) (2017). Atualmente é Doutoranda em Educação pelo PPGE/UFSM (2017) e Bolsista de Demanda Social da CAPES, com dedicação exclusiva. Tem experiência em programas de Iniciação à Docência como Bolsista/Pesquisadora no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID - Capes) (2011/2014) e, como Bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Tecnologia e Inovação (PIBITI), fomentado pelo CNPQ (2014/2015). Atuou como pesquisadora voluntária no Laboratório Interdisciplinar de Formação de Professores (LIFE), fomentado pela CAPES e, no Projeto de Extensão intitulado Conteúdos Didáticos para M-Learning no IF Farroupilha - SVS. Atuação na área de Educação e na área do Ensino, com desdobramentos no âmbito da Formação Inicial de professores, Ensino de Ciências e Química e Genealogia. Atualmente é Pesquisadora do GPKosmos - Grupo de Pesquisas sobre Educação na Cultura Digital e Redes de Formação, por meio do Projeto Inovar da UFSM e, membro do Grupo de Estudos e Pesquisa Fiandar (Ciências Humanas e Educação). Tem interesse nos seguintes temas: Formação de professores, Historicidade da Educação Química no Brasil, Pós-estruturalismo e Educação.

Guilherme Carlos Correia, UFSM

Possui graduação em Química, Licenciatura (1992) e Mestrado em Educação (1998) pela Universidade Federal de Santa Catarina ? UFSC; Doutorado em Ciências Sociais-Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004); Pós Doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2014). Professor associado da Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino. Atua como professor e orientador no Programa de Pós-Graduação em Educação, Linha de Pesquisa Formação, Saberes e Desenvolvimento Profissional. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação e Ciência, na interface educação-política a partir de temas contemporâneos, entre os quais se destacam drogas, sexualidade e arte como concorrentes indissociáveis e suas implicações na formação de educadores, em ações de ensino, pesquisa e extensão.

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Publicado

2019-12-28

Como Citar

Feltrin, T., Rigue, F. M., & Correia, G. C. (2019). Por que educação sem escola?. Horizontes, 37, e019054. https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.740