Condução e contracondução na dança de salão

Carolina Polezi, Anderson Luiz Barbosa Martins

Resumo


Tendo em vista que a dança de salão é atravessada por forças políticas, econômicas e sociais, esse artigo visa analisar as transformações dessa prática debatendo o conceito de condução como ferramenta de controle do corpo da mulher pelo homem como uma relação de poder construída na Europa desde o início do século XV e que ainda se apresenta como forma de governo predominante nessa dança social. A partir dessa problematização os autores pensam a contraconduta como modo de experimentação que escapa a heteronormatividade e cria novas possibilidades para a expressão e vida e outro modo de dançar a dois.


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DOI: https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.770

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