Condução e contracondução na dança de salão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.770

Resumo

Tendo em vista que a dança de salão é atravessada por forças políticas, econômicas e sociais, esse artigo visa analisar as transformações dessa prática debatendo o conceito de condução como ferramenta de controle do corpo da mulher pelo homem como uma relação de poder construída na Europa desde o início do século XV e que ainda se apresenta como forma de governo predominante nessa dança social. A partir dessa problematização os autores pensam a contraconduta como modo de experimentação que escapa a heteronormatividade e cria novas possibilidades para a expressão e vida e outro modo de dançar a dois.

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Biografia do Autor

Carolina Polezi, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Doutoranda em Educação (UNICAMP), Mestre em Geografia Humana (USP), Bacharel e Licenciada em Geografia (UNICAMP). Atualmente é professora do curso de Pós Graduação em Dança da UMSC e coordena projetos sobre condução compartilhada, dança de salão queer e dança inclusiva em Campinas/SP.

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Publicado

2019-06-25

Como Citar

Polezi, C., & Martins, A. L. B. (2019). Condução e contracondução na dança de salão. Horizontes, 37, e019032. https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.770

Edição

Seção

Seção Temática: Leituras e leitores de Foucault: diálogos com a Educação