Que rostos da escola emergem quando em frente ao espelho

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.794

Resumo

Este trabalho apresenta o conceito de heterotopia arquitetado por Michel Foucault, entre 1966 e 1967, na problematização das relações de saber na emergência de discursos e relações de poder no plano dos espaços. Para tanto, primeiramente, apresenta a construção do termo heterotopia pelo autor em contra oposição à utopia. Na sequência, com o aporte do conceito de “rosto”, proposto por Giorgio Agamben, manifesta-se a heterotopia como operador conceitual, ferramenta que se constitui a partir da prática, inserindo-se na ordem do saber, da verdade, do discurso, dos espaços, contestando os jogos de poder escolares por meio de rostos assimétricos e dissonantes, com efeitos sobre a escola, seu saber; sobre nós mesmos.

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Biografia do Autor

Marcelo Vicentin

Pós-doutorando em Educação pela Universidade São Francisco

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Publicado

2019-06-20

Como Citar

Vicentin, M. (2019). Que rostos da escola emergem quando em frente ao espelho. Horizontes, 37, e019027. https://doi.org/10.24933/horizontes.v37i0.794

Edição

Seção

Seção Temática: Leituras e leitores de Foucault: diálogos com a Educação