Cinema nacional como fonte em História da Educação

representações de culturas escolares no filme Menino de Engenho (1965)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v44i1.2221

Palavras-chave:

cinema, História da Educação, cultura escolar, representação

Resumo

O artigo discute o uso do cinema nacional como fonte para a História da Educação Escolar, considerando seu valor histórico, cultural e pedagógico. Partindo da análise de uma sequência do filme Menino de Engenho (1965) investiga como a escola é representada em um contexto rural, em meio a práticas pedagógicas autoritárias, violência disciplinar e desigualdade sociorracial. A análise, centrada no contexto da produção do filme, nos anos 1960, articula a decodificação técnico-estética e representacional da sequência, revelando o cinema como meio de crítica social e reflexão histórica, especialmente no período da ditadura militar e da pedagogia tecnicista. O estudo ressalta o cinema como fonte histórica, contribuindo para a compreensão das culturas escolares como fenômenos simbólicos e sociais.

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Biografia do Autor

Bruno José Yashinishi, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Doutorando em Educação pelo PPEdu da Universidade Estadual de Londrina. Mestre em História pela UEPG. Graduado em História pela UENP. Membro do Grupo de Pesquisa Processos Civilizadores (GPROC). Bolsista CNPq. 

Tony Honorato, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Doutor em Educação Escolar pela UNESP. Professor no Departamento de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPEdu) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Líder do Grupo de Pesquisa Processos Civilizadores (GPROC). Bolsisita PQ-CNPq.

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Publicado

16-06-2026

Como Citar

Yashinishi, B. J., & Honorato, T. (2026). Cinema nacional como fonte em História da Educação: representações de culturas escolares no filme Menino de Engenho (1965). Horizontes, 44(1), e023275. https://doi.org/10.24933/horizontes.v44i1.2221

Edição

Seção

Seção Temática- História da Educação: diferentes perspectivas para possíveis contribuições em tempos de novos desafios, novos objetos e novas resistências.