Deficiência intelectual no ensino de Química

uma análise histórico-cultural de produções da área

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24933/horizontes.v44i1.2410

Palavras-chave:

deficiência intelectual, ensino de química, psicologia histórico-cultural

Resumo

O artigo tem como objetivo compreender, à luz da Psicologia Histórico-Cultural, como pesquisas do Ensino de Química apresentam suas concepções de sujeito destinatário e formas de realização do trabalho educativo, visando ao ensino de pessoas com deficiência intelectual. A partir da revisão sistemática de literatura, selecionamos cinco dissertações de mestrado sobre o tema. Os resultados mostram que alguns trabalhos ainda reproduzem concepções médicas sobre deficiência e desenvolvimento humano. Além disso, destacam a experimentação como contribuição para a formação de conceitos. Contudo, verificou-se que o uso exclusivo de atividades práticas pode reforçar o estereótipo de que pessoas com deficiência intelectual não desenvolvem pensamento abstrato.

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Biografia do Autor

Lucas Alvim, Universidade Federal da Bahia - UFBA

Graduado em licenciatura em Química pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e mestre em Ensino de Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências da UFBA/UEFS. Possuo experiência na área de Ensino de Química, tendo atuado na rede pública de educação básica na Bahia (Fundamental II, Ensino Médio e EJA) e como professor substituto do Magistério Superior na Universidade Federal da Bahia, lotado no Instituto de Química. Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências e membro do grupo de pesquisa ENCONCIÊNCIAS (UFBA). Elaboro pesquisas em Educação Científica e Formação de Professores no Ensino de Ciências e Currículo e Políticas Públicas, com referencial teórico na Pedagogia Histórico-Crítica e Psicologia Histórico-Cultural. 

Hélio da Silva Messeder Neto, Universidade Federal da Bahia - UFBA

Possui graduação em Química pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestrado e doutorado pelo programa de pós graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências da UFBA Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal da Bahia. É professor permanente no Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências da Universidade Federal da Bahia (UFBA)/ Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). É membro do comitê editorial da revista Germinal: marxismo e educação em debate Atuou como professor da escola básica e tem experiência em educação popular. Atuou como professor orientador do programa Residência Pedagógica de Química. É coordenador do curso noturno de licenciatura em química da UFBA. Tem experiência na área de Ensino de Ciências atuando principalmente nos seguintes temas: Ludicidade na perspectiva histórico-crítica, Ensino de conceitos químicos, Ensino de Química Anticolonial, Psicologia Histórico-Cultural e Pedagogia Histórico-Crítica no Ensino de Ciências. É líder do Grupo de Pesquisa em Ensino Concreto de Ciências (ENCONCIÊNCIAS). E-mail para contato: helioneto@ufba.br (Texto informado pelo autor)

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Publicado

30-10-2026

Como Citar

Alvim, L., & Messeder Neto, H. da S. (2026). Deficiência intelectual no ensino de Química: uma análise histórico-cultural de produções da área. Horizontes, 44(1), e023319. https://doi.org/10.24933/horizontes.v44i1.2410

Edição

Seção

Seção Temática- Desenvolvimento Humano em Vigotski: Defectologia, Pedologia e Contribuições para a Prática Educacional Contemporânea