Institutional invisibilities
women in university extension (1970–1985)
DOI:
https://doi.org/10.24933/horizontes.v44i1.2372Keywords:
university extension, women’s history, military dictatorship, Higher Education, institutional documentationAbstract
This article analyzes the participation of women in university extension activities at Universidade Federal de Mato Grosso between 1970 and 1985, aiming to understand the absence and fragmentation of documents as elements that produced visibilities and invisibilities regarding women’s presence within the institution. The period analyzed encompasses the creation of the Federal University of Mato Grosso and the first years of the institutionalization of university extension, marked by the context of university reorganization and the military dictatorship in Brazil. The study is grounded in New Cultural History and articulates documentary sources and oral testimonies produced within the institutional sphere. The results indicate that women were part of the daily routine of university extension through administrative, technical, and community practices, although many of these activities appear only indirectly in institutional archives due to historical practices of document production and preservation.
Downloads
References
BRASIL. Presidência da República. Lei n.o 5.540, de 28 de novembro de 1968. Revogada pela Lei nº 9.394, de 1996, com exceção do artigo 16, alterado pela Lei nº 9.192, de 1995. Brasília: Presidência da República, 1968. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5540.htm. Acesso em: 8 maio 2026.
BRASIL. Presidência da República. Lei n.o 5.647, de 10 de dezembro de 1970. Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso, e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 1970. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1970-1979/l5647.htm. Acesso em: 8 maio 2026.
CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1998.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Tradução de Maria Manuela Galhardo. 2. ed. Lisboa: Difel, 2002.
MATTOS, Sandra Jung de. Atuação das mulheres na extensão universitária na Universidade Federal de Mato Grosso (1970-1985). 2025. 178 f. Tese (Doutorado em Educação) – Instituto de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, 2025. Em processo de depósito.
PERROT, Michelle. As mulheres ou os silêncios da História. Bauru: EDUSC, 2005.
SCOTT, Joan Wallach. História das mulheres. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1992. p. 63-95.
SCOTT, Joan Wallach. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 71-99, jul./dez. 1995. Disponível em: https://egov.df.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/G%C3%AAnero-%E2%80%93-uma-categoria-%C3%BAtil-de-an%C3%A1lise-hist%C3%B3rica.pdf. Acesso em: 21 nov. 2025.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Sandra Jung de Mattos, Elisabeth Figueiredo de Sá

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal, desde que através do link da Horizontes) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
d) O manuscrito para submissão deve ser acompanhado por uma carta escaneada assinada por todos os autores, informando que o trabalho não foi enviado para nenhum outro periódico e que acatam as normas contidas nas Diretrizes da Horizontes.

